Confira unidade e etapa do tecido
GSM são gramas por metro quadrado, não peso por metro linear ou espessura. Confirme se o orçamento trata de tecido cru, acabado ou laminado e qual largura usa. Exemplo aritmético: 360 g/m² com largura de 1,50 m correspondem a 540 g por metro linear. Outra largura altera a conversão.
Condicione e pese sem deformar
Deixe as amostras equilibrar na atmosfera do método combinado. Confira balança, tara e área do cortador; não estique o tecido nem pese o papel de apoio. GSM = massa em gramas dividida pela área em m². Uma amostra de 100 cm² com 3,60 g resulta em 360 g/m². É um cálculo ilustrativo, não um ensaio da Fred Textile.
Mapeie as leituras individuais
Amostre posições acordadas na largura útil e ao longo dos rolos, indicando como as ourelas são tratadas. Guarde valores individuais, número de rolo e média. Uma pequena amostra não representa toda a entrega. Confirme com o laboratório método, edição e opção de amostragem, como ISO 3801 ou ASTM D3776/D3776M quando aplicáveis.
Separe umidade e variação de processo
Quando houver divergência, recondicione as amostras retidas e compare a mesma área e estágio. Persistindo a diferença, rastreie título do fio, densidade, processo úmido, encolhimento e felpagem. Encolhimento pode elevar a massa por área sem acrescentar fibras. Confira também largura acabada, toque e dimensões antes de aprovar a alteração.
Acorde limites e nova medição
Num alvo ilustrativo de 350 g/m², uma leitura de 360 fica cerca de +2,86% acima; isso não é uma tolerância de aceitação. Defina limites para amostra individual, média do rolo ou lote, além de repetição e aprovação. Separe rolos suspeitos e avalie rendimento de corte e custo antes de liberar por concessão.
Antes de aprovar a produção
- Identifique artigo, cor, rolo e lote de cada corpo de prova.
- Combine método, condições, limite de aceitação e responsável.
- Confira aparência, toque e cuidado previsto após a correção.
- Guarde a falha original e a referência até encerrar a reclamação.