Diferencie fibras soltas de bolinhas
Fibras soltas saem do tecido e passam para outra superfície; bolinhas ficam presas à face. Examine ambos os lados e áreas do casaco em contato com forro escuro. Identifique fibras, fios rompidos ou impurezas. A porcentagem reciclada, isoladamente, não estabelece a causa.
Guarde amostra, rolo e peça pronta
Separe a amostra aprovada, tecido não cortado do rolo afetado e a peça usada ou cuidada. Se só a peça apresenta o problema, investigue forro, costuras e cuidado real. Se o tecido também falha nas mesmas condições, rastreie lotes de fio, felpagem, tosquia e remoção de fibras superficiais. Registre o número de cada rolo.
Defina um comparativo reproduzível
Combine um pano limpo de contraste, área, pressão, repetições e estágio da amostra. Fotografe com a mesma luz e mantenha uma referência sem tratamento. Esse comparativo não se torna automaticamente um ensaio normalizado. A nota de formação de bolinhas não comprova, sozinha, um desprendimento aceitável no casaco acabado.
Valide uma mudança por vez
Verifique fibras residuais e intensidade de felpagem antes de alterar a mistura. Menos felpagem pode reduzir o volume; um acabamento fixador pode afetar toque e cuidado. Compare transferência, cor, maciez e desempenho após o cuidado previsto. O rolo adesivo limpa a superfície, mas não prova que a melhoria seja duradoura.
Formalize a decisão antes de cortar
Envie referência, cor, rolo, local afetado, momento e histórico de cuidado com as amostras. Combine padrão aceitável, procedimento e responsável pela aprovação. Isole rolos em discussão e defina quais mudanças de fio ou acabamento precisam de nova amostragem para evitar repetição no próximo pedido.
Antes de aprovar a produção
- Identifique artigo, cor, rolo e lote de cada corpo de prova.
- Combine método, condições, limite de aceitação e responsável.
- Confira aparência, toque e cuidado previsto após a correção.
- Guarde a falha original e a referência até encerrar a reclamação.